domingo, 8 de maio de 2011

Reflexão sobre reforma e sustentabilidade.....

REFLEXÕES SOBRE POLÍTICAS DE REFORMA AGRÁRIA E
SUSTENTABILIDADE (ECODESENVOLVIMENTO)
José Maria Gusman Ferraz1
O termo sustentabilidade apresenta-se na literatura com uma gama enorme de definições
e conceitos. Historicamente foi percorrido um longo caminho desde a Reunião de Founex,
convocada com o objetivo de servir de preparação para a Conferência das Nações Unidas
sobre Meio Ambiente Humano em 1972. O relatório de Founex (UN/EPHE, 1972), segundo
Sachs (1994), estabeleceu um caminho intermediário entre o pessimismo da advertência
dos malthusianos sobre o esgotamento dos recursos e o otimismo da fé dos cornucupianos
a respeito dos remédios da tecnologia. Tanto o Relatório Founex, como a Declaração de
Estocolmo de 1972 e a Declaração de Cocoyoc de 1974 (UNEP, 1991), transmitiram uma
esperança e uma preocupação, enfatizando a necessidade de se projetar e implementar
estratégias ambientalmente adequadas para promover o desenvolvimento sócio-econômico
eqüitativo, surgindo então o termo ecodesenvolvimento, mais tarde modificado para
desenvolvimento sustentável.


Em meados dos anos 80, a noção de sustentabilidade se
estabelece como um novo paradigma da sociedade moderna e passa a concentrar a
interface produção alimentar/meio ambiente. Em 1987, a Comissão Mundial para o Meio
Ambiente e Desenvolvimento (CMMAD) publicava o relatório Bruntdtland, lançando um
desafio novo de desenvolvimento sustentável e que levou a convocação da Conferência das
Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento (CNUMAD) ou Eco-92, realizada
no Rio de Janeiro neste mesmo ano.
Não existe até hoje um consenso sobre o termo desenvolvimento sustentável, sendo que
as várias interpretações existentes estão relacionadas aos diferentes interesses e ideologias
de quem o está utilizando. Mas, seguramente, quando se pensa em desenvolvimento
sustentável de uma forma mais abrangente, não se pode deixar de imaginar o planeta
Terra como um todo, pois a preservação das matas tropicais se contrasta com o alto
consumo de energia fóssil e de bens de consumo nos países do hemisfério norte, das
desigualdades sociais e de distribuição de renda no globo, assim como o registro de
patentes dos seres vivos contrasta com a manutenção da biodiversidade nos trópicos e a
integração física do mundo com a divisão social cada vez mais acentuada.
O desenvolvimento sustentável em seu conceito mais amplo não será alcançado
enquanto prevalecer a lógica de mercado ao invés da lógica das necessidades, pois o
querer e acumular sempre mais da sociedade é contrastante com os recursos finitos e a
capacidade de degradação dos resíduos gerados (Ferraz-1997b).
O conceito de sustentabilidade , susceptível a tantas interpretações, não é operacional.
Desta forma, ao se adentrar na discussão do desenvolvimento sustentável, entra-se no
campo ideológico-político, mesmo que embasado sobre pela reflexão científica.
O relatório Brundtland define o termo sustentabilidade como “aquele que atende às
necessidades do presente sem comprometer a possibilidade das gerações futuras
atenderem às suas próprias necessidades”. Porém, o necessário processo de
transformação é associado à primazia do mercado e da economia, os quais são
apresentados como alavancas do desenvolvimento, a nova orientação do desenvolvimento
tecnológico e a mudança institucional (Leroy,1997).
A omissão do componente ideológico inerente ao conceito de sustentabilidade reforça o
falseamento causado pela falta de uma perspectiva histórica de como chegamos a esta
situação de insustentabilidade.
A pressão sobre o ecossistema terrestre tem aumentado a ritmo acelerado. São várias as
causas deste fenômeno, dentre elas o crescimento da população mundial que, de 1900 para
1 Pesquisador da Embrapa-CNPMA, doutor em Ecologia
2
1995, passou de 1,5 bilhões para 5,7 bilhões e o Produto Interno Bruto(PIB) que cresceu de
0,7 trilhões para 22,0 bilhões de dólares, enquanto que a Terra permaneceu com as
mesmas dimensões e com a redução de seus recursos não renováveis (Cavalcanti,1996),
causada pela forma predatória de utilização dos mesmos pelo homem.
No Brasil, os problemas ambientais começaram logo após o descobrimento, quando
passamos a exportar madeiras nobres e demos início à devastação da Mata Atlântica. Logo
em seguida, a agricultura brasileira optou e mantém a característica de produzir
prioritariamente para exportação, registrando-se ao longo do tempo a produção de cana-deaçúcar,
café, cacau, soja/milho, cítricos, etc. Para manter estas exportações demos
continuidade ao desmatamento indiscriminado da Mata Atlântica, cuja extensão, na época
do descobrimento, cobria uma faixa de cerca de 3 mil quilômetros, com uma área estimada
de mais de 1 milhão de quilômetros quadrados, atualmente reduzida a 10% de sua
formação original. E continuamos a provocar danos em outros ecossistemas como
Cerrados, Pantanal e Floresta Amazônica.
Um dos problemas mais discutidos pela mídia na atualidade é a degradação ambiental e a
perda de diversidade decorrentes do desmatamento da floresta Amazônica por madeireiras
nacionais, agora engrossadas por companhias asiáticas. O índice de desmatamento tem
alcançado números alarmantes, sendo que apenas no atual mandato presidencial foram
desmatados 47.220 km2, o equivalente ao território da Suíça. Hoje temos 12,9% da área de
floresta da Amazônia Legal desmatada, área estimada em 4 milhões de quilômetros
quadrados, (Folha de São Paulo, 1998). Em menos de trinta anos uma área maior que a
França foi destruída na Amazônia. Foram 600 mil quilômetros quadrados de mata devastada
durante a maior parte dos anos 80. A devastação caiu no começo da década de 90, mas
voltou a crescer nos últimos anos por causa da reativação da economia (Veja, 1998).
Parte desta culpa está no próprio Instituto Nacional de Reforma Agrária (INCRA), que tem
como exigência para comprovar a ocupação produtiva da terra o desmatamento, reflexo do
claro descompasso com outro órgão governamental, o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente
e Recursos Naturais (IBAMA), o qual tem como função coibir o desmatamento.
Dentro desta lógica, a implantação da revolução verde no Brasil, na década de 60/70,
trouxe, num primeiro momento, o aumento da produtividade, notadamente nos produtos de
exportação. Este modelo (com o incremento do uso de insumos, mecanização e
monoculturas sem uma visão mais abrangente entre produtividade e estabilidade dos
ecossistemas tropicais, com a ampliação da fronteira agrícola e agravamento na
concentração de terras) levou, em pouco tempo, à degradação de grandes superfícies,
muitas delas abandonadas depois de poucos anos de cultivo.
A intensificação da produção em áreas não aptas, ou acima de sua capacidade de suporte,
tem provocado erosão e contaminação dos solos e água com agroquímicos, tornando-os
cada vez mais dependentes do aporte de energia externa ao sistema e reduzindo sua
capacidade produtiva ao longo do tempo.
Este modelo, sabidamente insustentável, está em fase de expansão para áreas também
frágeis, como o cerrado da região amazônica, principalmente Maranhão e Mato Grosso,
inclusive com apoio governamental, visando baratear o custo de transporte para exportação
de soja via porto de Itaqui/MA. Outros projetos, sob orientação da Agência de Cooperação
Internacional do Japão (JICA), visando fornecer soja e produtos agropecuários a preços
interessantes para o Governo japonês, com custo ambiental bancado pelos brasileiros,
como é o caso do Estado de Tocantins. Ou os novos mega-projetos de irrigação na
cabeceira do São Francisco (Jaíba, Janaúba), que da mesma maneira que ocorreu no Polo
Petrolina-Juazeiro, repetirão os mesmos problemas ambientais e sociais.
O processo de modernização conservadora da agricultura brasileira, no período pós-64, foi
viabilizado pelos seguintes instrumentos de política agrícola: crédito rural subsidiado;
garantia de preços mínimos; desenvolvimento tecnológico e incentivos fiscais. Este modelo
que continua até hoje foi também responsável pela maior concentração de terras e de
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renda com a conseqüente exclusão social. Outro fator associado à implementação da
“revolução verde”, com a concomitante industrialização do país, foi o êxodo rural, o qual foi
responsável, em apenas 20 anos (1960 a 1980), pela transferência de 28 milhões de
brasileiros do campo para as cidades. De acordo com pesquisa divulgada pelo IBGE (1996),
em 1995 cerca de 80% da população brasileira estava vivendo em cidades.
Este processo migratório continua por vários motivo. Segundo estimativas oficiais cerca de
400.000 pequenos produtores perderam suas terras só nos dois anos e meio do governo
FHC, o que evidencia a necessidade de uma política agrícola para o país que inclua, além
de programas de reforma agrária, condições que assegurem a manutenção do agricultor em
sua atividade econômica. Pois existem, no país, cerca de quatro milhões de pequenas
propriedades familiares, as quais carecem de políticas que visem incluí-las de modo a criar
condições favoráveis ao seu desenvolvimento tecnológico e econômico.
O Brasil é o país com maior concentração fundiária, reflexo da concentração da renda.
Apenas 0,9% dos grandes proprietários detêm 35,8% das terras, ou seja, 118,4 milhões de
hectares (Tabela 1). A distribuição da renda acompanha estas distorções. Dados do PNUD,
publicados em 1996, informam que no Brasil os 20% mais ricos detinham, em 1990, 65% da
renda total gerada no país, contra 12% dos 50% mais pobres (Vieira & Mello, 1997).
% área total % número de
propriedades
Pequena propriedade 23,4 89,1
Média propriedade 19,9 8,0
Grande propriedade 56,7 2,8
Tabela 1. O mapa da terra no Brasil2
A agricultura familiar, ao contrário do que muitos economistas, tanto de “esquerda” quanto
de “direita”, tentam classificar como inviável por sua economia de escala e inserção dentro
do processo de agro-negócios e globalização, apresenta uma série de vantagens que a
torna viável.
Segundo Guimarães Filho (1995), as seguintes constatações são indicativas da viabilidade
da agricultura familiar:
1. seu papel amortizador nos períodos de crises econômicas, devido à capacidade
de absorção de mão-de-obra;
2. constitui uma garantia de estabilidade de produção e oferta de certos produtos
básicos da alimentação, pouco ou não contemplados pela agricultura patronal;
3. sua possibilidade de, em muitos casos, gerar produtos de melhor qualidade e a
custos menores;
4. favorecer, quando há segurança de posse da terra, a preservação do meio
ambiente e à gestão mais ordenada do espaço.
A adaptabilidade da agricultura familiar é facilmente comprovada pelo fato desta ter
predominado sobre a forma patronal de produção em todos os países capitalistas
desenvolvidos (Veiga, 1995).
2 Fonte: Folha de São Paulo, 15/05/1996.
4
Dados históricos
A luta pela terra e contrária à exclusão no Brasil é antiga, começando pelos negros fugitivos
que formaram os quilombos, os quais lutavam pela liberdade e direito à terra, passando por
Canudos, Caldeirão do Crato no Nordeste e vários outros movimentos no Sul do País.
A problemática da reforma agrária, a qual vinha se mantendo latente nos finais dos anos 50
e início dos 60, teve várias propostas formuladas e, no interior de sua diversidade, contava
com o apoio de um amplo espectro de instituições, grupos e partidos políticos (Reydon,
1992). Durante o período da ditadura militar foi promulgado o Estatuto da Terra que, como
legislação, foi um grande avanço, mas coincidiu com um regime de exceção. Neste regime,
a problemática da terra foi “solucionada” através dos projetos de colonização, principalmente
às margens das rodovias recém-construídas, pela regularização de títulos de posse da terra
e também pela repressão aos movimentos sociais.
Uma das marcas notáveis da vida política brasileira, nos últimos 40 anos, foi a emergência
dos trabalhadores rurais na cena política brasileira, constituindo-se progressivamente como
sujeitos sociais, numa trajetória descontínua, marcada por avanços e recuos, vitórias e
derrotas (Medeiros, 1989).
Estes movimentos, reprimidos por décadas, ressurgiram com vigor nos anos 80 e 90,
através dos movimentos dos trabalhadores rurais. Constituindo-se na atualidade como o
mais importante movimento social do país e responsável pela mobilização do maior
contingente de trabalhadores rurais da história do Brasil.
Como resultado das pressões geradas por este movimento inicia-se, embora precariamente,
um processo de assentamentos rurais .
A Tabela 2 retrata o número de famílias beneficiadas nos programas de reforma agrária,
desde 1964 até 1997, incluindo-se os programas de colonização.
Período Governo FB por
projetos de
colonização
FB por
programas de
regularização
de títulos
FB por
assentamentos
de RA
Total de
famílias
beneficiadas
1964-1984 Regime
autoritário
115 mil 113 mil - 228,0
1985-1995 Sarney, Collor
e Itamar - - 125,6 125,6
1994-1997 Fernando
Henrique
- - 125,9 125,9
Tabela 2. Número de famílias beneficiadas (FB) pelos programas de reforma agrária (RA)3
Durante a ditadura militar, de 1964 até 1984, não houve assentamentos de reforma agrária,
mesmo com o Estatuto da Terra já promulgado, mas apenas projetos de colonização e
regularização de títulos. O governo Sarney (1985-1990) havia fixado, inicialmente, a meta de
dar acesso à propriedade da terra a 1,4 milhão de famílias, mas beneficiou efetivamente
apenas 90 mil, menos de 6% do total previsto. Durante o governo Collor (1990-1992), o qual
prometeu inicialmente terra a 500 mil famílias, foram praticamente interrompidos tanto o
processo de inscrição de novas terras ao cadastro como o de novas desapropriações. Neste
período, somente 23 mil famílias receberam o título de propriedade de terras, provenientes
do estoque deixado pelo governo precedente. O governo Itamar Franco (1992-1994), que
havia previsto dar acesso à terra a 20 mil famílias em 1993 e a 60 mil em 1994, beneficiou
3 Fonte: David et. al.,1997.
5
somente 12.600 famílias. Em seu programa, o atual presidente havia previsto distribuir 400
mil títulos de propriedade, mas após sua eleição este objetivo de campanha foi reduzido à
meta de beneficiar 260 mil famílias nos quatro anos de seu mandato (1994-1998). Em seu
primeiro ano de governo (1995) foram assentadas 42.912 famílias, em 1996, 62.044 famílias
em 1997, de janeiro a agosto mais 21 mil famílias foram assentadas, deixando antever que
a meta fixada para 1997 (80 mil famílias assentadas) dificilmente será cumprida (David et al.
1997).
Estes dados são indicativos de que não há uma vontade política clara dos governos em
realmente promover uma reforma agrária que vise mudar a descomunal concentração de
renda e de terra. Para romper a dinâmica perversa que produz miséria, distorce e destrói a
natureza, é essencial desconcentrar a terra, e é nisso que consiste a reforma agrária. Essa
dominação precisa ser rompida, é essa ruptura o fator determinante da quebra da lógica do
sistema de dominação fundamentado no monopólio da terra por um círculo reduzidíssimo de
grandes proprietários (Sampaio, 1997).
O acesso à terra tem sido até hoje empregado mais para atender às pressões sociais e
políticas, freqüentemente explosivas, do que para se obter um desenvolvimento rural
duradouro, visando a sustentabilidade em seus aspectos econômicos, sociais e ecológicos,
os quais resultariam em melhores condições de qualidade de vida da população em geral e
para a população assentada. Haja visto a coincidência entre as áreas onde ocorreram os
maiores números de famílias assentadas, Maranhão e Pará, com as áreas onde se
registram a maior ocorrência de violência no campo, oeste do Maranhão e leste do Pará.
Dados da Comissão Pastoral da Terra (CPT) para um período de dez anos (1985 a 1996)
registram 966 assassinatos relacionados aos conflitos fundiários (David et. al.,1996).
A legislação brasileira vigente é suficiente para a implementação da reforma agrária.
Portanto, não é por falta de lei que não se distribuem terras. Na Tabela 3 podemos verificar
a quantidade de terras que poderiam ser desapropriadas, segundo o INCRA, em dados
elaborados por José Gomes da Silva. Segundo esta Tabela, seria possível desapropriar, de
acordo com o Estatuto da Terra, até 284 milhões de hectares classificados como latifúndios.
Com a nova Lei Agrária n.º 8.254, de 1993, que determina a desapropriação das grandes
propriedades improdutivas, o governo poderia dispor de 115 milhões de hectares que se
enquadram nessa classificação. Seriam atingidos por essa lei 57.188 proprietários,
correspondendo a 2,8% do total. Com a disponibilidade de 115 milhões de hectares,
tomando-se por base um módulo médio de 15 ha, mais de 5 milhões de famílias de
trabalhadores, ou seja, o total dos sem-terras existentes, poderiam ser beneficiadas sem
que fossem afetados nenhum hectare de terra produtiva (Stédile, 1997).
Categoria Imóveis
rurais
Área (em mil
hectares)
Número de
propriedades
Porcentagem
Latifúndios (Segundo
Estatuto da Terra)
95.380 284.418 63.587 3,1
Grandes propriedades
improdutivas (acima de 15
módulos fiscais, Lei 8.624
de 25/2/93)
85.781 115.054 57.188 2,8
Grandes propriedades com
limite mínimo
70.833 120.975 47.222 2,3
Tabela 3. Áreas passíveis de desapropriação, segundo a legislação4
4 Fonte: INCRA (organizado por José Gomes da Silva, em 1995).
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Perfil do assentado, produção e comercialização
O conhecimento do perfil do assentado é importante quando se deseja planejar as formas
de sua inclusão no processo produtivo e definir novos assentamentos.
A inserção dos assentados no mercado é ainda precária, sobretudo pela dificuldade de
escoamento da produção, pela baixa agregação de valor aos produtos por eles
comercializados e pela escassez de financiamento (David et. al.,1997).
Quando se traça o perfil do assentado nota-se que a grande maioria estava ligada às
atividades agropecuárias, totalizando aproximadamente 70% deste total. Aproximadamente
54 % eram anteriormente agricultores ou camponeses, as outras ocupações anteriores são
de natureza urbana, o que indica a capacidade de atração combinada com prováveis efeitos
da fragilidade das estruturas de emprego urbano da atual conjuntura do país (Censo
Reforma Agrária, 1997).
O modelo de exploração agropecuário adotado pelos assentados tende a reproduzir o
modelo agrícola da revolução verde, altamente dependente de insumos externos e
extremamente degradante para o ambiente. Esta tendência ocorre por vários motivos,
dentre os quais a formação dos técnicos que lhes prestam assistência técnica, as exigências
para acesso a financiamento bancário. Da mesma forma, o modelo de comercialização é
idêntico ao adotado pelo agricultor empresarial.
O relatório do Censo Reforma Agrária (1997) aponta que, quanto ao sistema de exploração
da terra em nível nacional, há o predomínio da produção por monoculturas (54,4%), seguida
pela consorciada (41,4%) e pela freqüência bem menor da rotação (3,0%), sendo a
freqüência dos valores das combinações dos sistemas pouco expressiva.
Com exceção da região sul, onde a produção é majoritariamente destinada às cooperativas,
o destino da produção agropecuária dos assentamentos, em nível nacional, não difere do da
pequena produção, ou seja, tem como destino os atravessadores, os atacadistas e
varejistas que também absorvem boa parte da produção e, de forma secundária, as
cooperativas e vendas comunitárias. As formas de cooperativas representam apenas 7,6%
das formas de associação dos assentados (Censo Reforma Agrária,1997).
Proposta de reforma agrária dentro do conceito de Sustentabilidade
(Ecodesenvolvimento).
A proposta de reforma agrária no Brasil desenvolve-se a partir da premissa de que o país
possui um potencial de recursos naturais, uma economia diversificada e de grande porte,
que podem perfeitamente gerar poupança suficiente para sustentar um processo estável e
contínuo de desenvolvimento. As duas condições básicas para enveredar nesta trilha, na
visão de Celso Furtado, são: a homogeneização social do país e a recusa aos padrões do
consumismo desvairado dos países que lideram o mundo capitalista. A homogeneização
social, que consiste na redução drástica das diferenças abissais entre os padrões de
consumo das camadas mais ricas e das mais pobres, constitui condição prévia para
consolidação de uma verdadeira democracia e para o desenvolvimento econômico
sustentado. Ela requer substancial distribuição da riqueza e da renda, atualmente
extremamente concentradas nos escalões superiores da pirâmide social (Sampaio, 1997).
A demanda por terra e a sua ocupação efetiva exigem uma política agrária mais criativa e
efetiva, que dê condições de manutenção na atividade agrícola para a população rural
existente e permita uma partilha justa da terra de maneira sustentável.
Um programa de reforma agrária que busque transformar as condições de vida de seus
beneficiários deve estar inserido em uma estratégia produtiva que assegure a
sustentabilidade desta agricultura, que deve ser pensada não somente como meio de
sobrevivência das famílias, mas principalmente como fonte geradora de excedentes que
assegurem novos investimentos e permitam a ampliação da produção e produtividade da
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agricultura brasileira (David et. al., 1997), pois a racionalidade da preservação ambiental
torna-se viável à medida que se assegure também a garantia de reprodução dos grupos
sociais envolvidos.
Ao promover a reforma agrária e propiciar condições de estabelecimento da agricultura
familiar, o Estado contribuirá para reduzir o ritmo da migração campo-cidade, diminuir a
desigualdade de distribuição das terras e absorver parte da mão-de-obra que vem perdendo
postos de trabalho ao longo dos últimos anos.
Segundo O Globo (1998), o índice de desemprego em 1997 bateu o recorde dos últimos 5
anos alcançando 5,66% .
É, portanto, fundamental tornar cidadã de fato e de direito uma parcela grande da sociedade
que não encontra mais espaço nem na cidade e nem no campo.
A modernização da nossa agricultura, além de agravar a questão agrária, ocasionou uma
alteração profunda do padrão alimentar da população. Com a formação e afirmação dos
complexos agro-industriais, especialmente os de alimentos, os tradicionais produtos
alimentares foram crescentemente substituídos por produtos processados (Reydon, 1992).
Para tanto, é necessário que exista uma política agrícola que permita ao agricultor familiar
deixar de ser um mero fornecedor de matéria-prima para as grandes corporações e passe a
agregar valor aos seus produtos através de cooperativas que gerenciariam agroindústrias
locais ou regionais. Pois a crescente pressão para que os produtos agrícolas sejam
simplesmente matéria-prima para grandes indústrias processadoras de alime ntos, aliada à
perda de valor real dos produtos agrícolas a nível mundial, ocorrida nos últimos anos , ao
mesmo tempo que inviabilizam a pequena produção, acumulam lucros apenas para as
indústrias processadoras.
Como afirma Vandermeer (1996), a agricultura era a produção de milho a partir de sementes
e terra, agora é a fabricação de um produto a partir do petróleo.
Apesar de toda tecnologia e produtividade, nos últimos 16 anos, a renda dos agricultores,
em geral, caiu 49% (Fundação Getúlio Vargas).
A agricultura isoladamente responde atualmente por 11% do PIB , mas se considerarmos a
agroindústria o peso no PIB passa dos 46% (Stédile, 1997), evidenciando sua importância
para a economia do país. E reforçando a necessidade de se agregar valor ao produto
agrícola, principalmente na produção familiar.
Existem vários exemplos de sucesso na implementação de agroindústrias de pequeno porte,
um deles é o que foi implementado pelo governo do Distrito Federal por seu secretário de
agricultura. Este assunto foi tema do I Encontro Sobre Agroindústria de Pequeno Porte no
Nordeste, realizado em Petrolina/PE, onde foi discutida a importância de sua implantação
para viabilização da agricultura familiar no país.
Um fator crucial é o de se repensar o modelo agrícola a ser implementado nas áreas de
assentamento, pois a repetição do modelo extremamente dependente de insumos externos
torna o agricultor dependente de crédito bancário e acarreta em danos ambientais, como
contaminação do solo, da água , redução da biodiversidade, compactação e perda de solo,
dentre outros.
O sistema de produção adotado deve ser o menos dependente possível de insumos
externos e norteados pelos conceitos de Agroecologia.
A Agroecologia se caracteriza por ter bases epistemológicas diferentes das da maioria das
ciências ocidentais. Empenha-se em entender como os sistemas tradicionais se
“desenvolveram” para aprimorar a ciência da ecologia, de forma que a agricultura possa ser
feita de forma sustentável.
A tendência agroecológica encara os sistemas produtivos como unidade fundamental,
onde os ciclos minerais, as transformações energéticas, os processos biológicos e as
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relações sócio–econômicas são analisadas como um todo. Desta forma, a preocupação não
está em maximizar a produção de uma atividade em particular, mas sim com a otimização
do agro-ecossistema (Altiere,1989).
Como são extremamente diferentes as condições ambientais e culturais em um país de
dimensões continentais, como é o caso brasileiro, ao se inserir o assentado no processo
produtivo deve-se ter em mente diferentes desenhos de sistemas de produção, que estes
sejam adequados à região em que estão inseridos, aos seus aspectos culturais e à
realidade de mercado.
Proposição de um Programa Governamental de Reforma Agrária (Figura 1)
Para quebrar o ciclo de ir resolvendo pontualmente os conflitos mais agudos, somente após
desgastes políticos e perdas de vidas humanas, bem como a fato corriqueiro de logo após a
ocupação de uma área, por falta de infra-estrutura ou orientação, ocorrerem impactos
ambientais graves, que causam danos irrecuperáveis e dificultam a implantação de uma
agricultura sustentável, é necessário o estabelecimento de um programa de política pública
que se disponha a resolver de fato esta distorção.
1. Identificação das áreas a serem desapropriadas
Uma primeira ação seria, através dos órgãos públicos envolvidos na temática em conjunto
com ONG’s e Movimentos Populares, detectar as áreas a serem desapropriadas para fins
de Reforma Agrária, de acordo com a Lei 8.254/93. Desta forma poderia ser evitado o
conflito no campo, o qual tem elevado os índices de mortalidade entre os sem-terras.
2. Ordenamento Territorial e Gestão Ambiental
Um fator essencial para o desenvolvimento sustentável é o Ordenamento Territorial dentro
de um enfoque de bacias hidrográficas, que poderá servir de base para posteriormente se
traçar um plano de Gestão Territorial, o qual fornecerá subsídios para a ocupação de forma
racional do ecossistema onde serão implantados os assentamentos. Garantindo desta forma
a preservação dos recursos naturais existentes, tanto para a comunidade dos agricultores
assentados como para o restante da sociedade.
A forma de abordagem dos impactos ambientais tendo como recorte as bacias hidrográficas
tem trazido uma nova concepção de entendimento das atividades humanas e suas
correlações com o ambiente. Os estudos de gerenciamento ambiental, através da gestão de
bacias hidrográficas, apresentam inúmeras vantagens, uma vez que as mesmas integram os
processos naturais e políticos, sendo este um método geográfico por excelência (Théry,
1997). Alia-se a isto o fato de que a bacia hidrográfica quase sempre coincide com a bacia
hidrológica, possibilitando, portanto, o estabelecimento de correlações entre os diversos
fenômenos que ocorrem no ciclo da água e os demais processos (Ferraz, 1997). Portanto,
qualquer ação de gerenciamento ou intervenção em bacias hidrográficas tem reflexos que
devem ser avaliados e previstos para que na tentativa de resolução de um problema não se
acabe gerando outros, às vezes até de maior magnitude.
Uma metodologia de planejamento das bacias hidrográficas, visando a implantação de
assentamentos rurais, deve estar inserida em um enfoque de sustentabilidade ambiental,
com uma abordagem interdisciplinar, que possa fornecer uma visão global do problema
dando subsídios a um plano de gestão territorial que leve em conta atributos como
diversidade da paisagem; manutenção de processos ecológicos essenciais; utilização
sustentada dos recursos naturais e da vida silvestre; conservação dos recursos hídricos, do
solo, da atmosfera e outros princípios fundamentais relacionados à qualidade de vida das
pessoas, respeitando suas características culturais. Deve, desta forma, estar previsto o
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monitoramento do sistema ao longo do tempo. Um fator essencial neste processo é a
articulação dos órgãos governamentais, instituições de pesquisa, universidades e a
população envolvida.
A metodologia a ser adotada deve, portanto, na fase de diagnóstico, elaborar mapeamentos
geológicos com vistas a identificar e reconhecer as principais Zonas de Produção Mineral
(ZPM’s), mapas planialtimétricos com cartas de uso e ocupação de solos, mapas de
drenagens e ao utilizar o Sistema de Informações Geográfica reunir e analisar estes
diversos dados espaciais visando a obtenção de um planejamento territorial da área bacilar.
Para obtenção deste planejamento é importante a inclusão de um Diagnóstico Participativo
com diversos segmentos da sociedade, o que ajudaria em muito na fase de definições de
intervenção e na gestão do processo. Uma vez que, por exemplo, um projeto de produção
de hortaliças irrigadas pode ser inviabilizado pela implantação de uma atividade poluidora a
montante.
Por isso, o controle do meio ambiente está a exigir estruturas mais socializadas no plano
econômico- social, no qual, para a sobrevivência humana, o interesse individual possessivo
tem de ceder em prol da coletividade (Alves, 1966).
Embora a bacia hidrográfica possa em muitos casos possam ser enormes, e devam ser
avaliadas como um todo, não deve ser perdido de vista o fato de que as atividades
impactantes se dão localmente, e às vezes, como é o caso das atividades agrícolas, de
forma bastante difusa. A análise, sem perder a visão do todo, deve ser efetuada em escalas
menores. Uma experiência boa tem sido a abordagem em microbacias, na qual é
relativamente fácil gerenciar os dados, e ter uma participação mais ativa dos atores sociais
locais nos processos de diagnóstico e gestão dos recursos. Neste diagnóstico, a
organização das informações visa estabelecer a estratificação dos ambientes naturais,
procurando correlacioná-los com as atividades produtivas neles desenvolvidas (Petersen,
s.d.). Bem como estabelecer os fatores críticos dos aspectos econômico, social e ecológico,
os quais são elementos básicos para a sustentabilidade e que devem ter o mesmo grau de
preocupação (Ferraz, 1995).
3. Estabelecimento de uma estrutura básica
O estabelecimento de uma estrutura básica, que garanta a reprodução dos grupos sociais
envolvidos, é essencial para que um programa de reforma agrária tenha êxito. Esta estrutura
deve estar voltada para o estabelecimento da forma competitiva da agricultura familiar, de
forma que este tipo de agricultura já estabelecida não alimente novas legiões de sem -
terras, e permita o estabelecimento sustentável dos assentados.
3 a. Política Agrícola
O estabelecimento de uma Política Agrícola voltada para o estabelecimento da agricultura
familiar, com créditos especiais, também para o estabelecimento de Agroindústrias locais,
visando agregar valores ao produto agrícola, bem como à criação de infra-estrutura para
comercialização.
3 b. Pesquisa e Assistência Técnica
A pesquisa agropecuária que foi estruturada para o atendimento das culturas de exportação
deverá ser redirecionada para o atendimento da agricultura familiar, priorizando a pesquisa
participativa, para realmente gerar tecnologias adequadas ao agricultor, levando em
consideração suas aspirações e sua cultura, priorizando seus trabalhos dentro das bases
científicas da Agroecologia.
A criação de assistência técnica, voltada para a agricultura familiar, incorporando os
conceitos de Agroecologia, a qual considera as condições do ecossistema e o homem por
10
completo, respeitando suas tradições e cultura, deverá ser condição essencial para a
implantação de um programa desta natureza.
Fig. 1. Proposição de um Programa Governamental de Reforma Agrária
4. Assentamento
O estabelecimento do assentamento deve ser efetuado de forma estruturada, demarcando
as áreas de preservação ambiental e garantindo o suprimento de material básico para o
estabelecimento das residências e infra-estrutura, evitando, desta forma, que o assentado
seja forçado a utilizar a reserva legal que porventura exista na área.
Identificação das áreas a serem
desapropriadas
Ordenamento Territorial
(mapeamento geológicos, ZPM’s, mapas
planialtimétricos, cartas de uso e ocupação
do solo, diversidade da paisagem)
Inserção em SGI
Plano de Gestão Territorial
Estabelecimento de estrutura que garanta a reprodução dos
grupos sociais envolvidos
Assentamento
Monitoramento e redirecionamento de ações caso seja
necessário
Política
agrícola
direcionada
crédito/
cooperativas/
agroindústria
local
Assistência
técnica
voltada para
agroecologia
participativa e
adequada ao
ecossistema e
cultura da
região
11
5. Monitoramento
O monitoramento das áreas onde foram realizados os assentamentos deve ser efetuado ao
longo do tempo, para que sejam avaliados os possíveis impactos decorrentes da atividade
agropecuária implementada e sua interrelação com a área bacilar, possibilitando o
redirecionamento das ações e implementação de medidas mitigadoras, através de um
projeto de gestão ambiental da área
Em um país de dimensões continentais e com a diversidade geográfica do Brasil a reforma
agrária não poderá ser executada de maneira uniforme. Ela não será a mesma nas terras
férteis do sudeste, no semi-árido nordestino, no cerrado, no pantanal e na Amazônia. Nestas
duas últimas regiões, a criação de condições para a exploração racional da biodiversidade e
o compromisso de preservar os povos indígenas deverão ser os critérios orientadores da
reforma da estrutura fundiária que nelas se cristalizou.
Colocada nestes termos, a reforma agrária constitui, na atual conjuntura histórica do país,
não apenas um programa de governo, mas a bandeira de um amplo movimento cívico
(Sampaio, 1997).
Bibliografia
ALVES, cadernos fundap
ALTIERE, M. Agroecologia: As Bases Científicas da Agricultura Alternativa. FASE-PTA, Rio
de Janeiro, 237 p, 1989.
ABRA, texto IV, Campinas 53p. 1992.
DAVID. M. B. A., WANIEZ P.; BRUSTLEIN, V. Atlas dos beneficiários da reforma agrária.
Estudos Avançados, v. 11, n. 31, p.51-68, 1997.
Folha de São Paulo, Desmatamento é recorde no governo FHC, 27/01/98 p. 8.
FERRAZ, J.M.G. Correlação entre política, diretrizes, ações ambientais e recursos hídricos.
In I Encontro para conservação da natureza - Viçosa M.G pg.120-124, 1997 a.
FERRAZ, J.M.G. Desenvolvimento de metodologias para definição, monitoramento e
avaliação de indicadores de sustentabilidade em agroecossistemas. Revista Brasileira de
Ecologia 1-p 30. 1997 b.
Globo, Desemprego bate recorde, p. 12, 04/02/98.
GUIMARÃES, FILHO, C. Apresentação do programa “Sistemas de Produção na Agricultura
Familiar”. In Seminário Nacional do Programa de Pesquisa em Agricultura Familiar da
Embrapa. Petrolina, PE. Anais . p. 55-62, 1995.
I Censo da Reforma Agrária no Brasil. Relatório Final. Brasília: Universidade de Brasília,
maio de 1997.
LEROY, J.P. Da comunidade local às dinâmicas microrregionais na busca do
desenvolvimento sustentável. Proposta (71) p. 17- 25. 1997.
MEDEIROS, L.S. História dos movimentos sociais no campo. FASE ,R. J. 1989.
REYDON, B. P. A questão da reforma agrária no Brasil em um contexto de crise econômica
SAMPAIO, P. A. Duas lógicas paralelas na análise da agricultura brasileira. Estudos
avançados, v. 11, n. 31, p.117-122, 1997.
STÉDILE, J. T. O MST e a questão agrária. Proposta, v. 71, p.69-94. 1997.
VANDERMEMEER, J. El conocimiento ecológico y la complejidad para el manejo integrado
de las Plagas, en el mundo postmoderno. Manejo integrado de pragas (costa Rica), n.
41, p37-44, 1996.
12
VEJA, n.º 1527, dez de 1997. Edição especial Amazônia.
VIEIRA, L.; MELLO, M. E. A fome no Brasil: Uma radiografia. Proposta, v.71, p. 47-53,1997.
VEIGA, J.E.S. da. Segmentando a agricultura familiar, São Paulo, (s, n) 20p, 1995.

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Ejaculação Precoce


Ejaculação Precoce (EP) é a ejaculação que ocorre com uma mínima estimulação sexual. Você ejacula antes, durante ou quase imediatamente depois da penetração, sem controle e antes do que gostaria. Frequentemente, como consequência há impossibilidade de continuar o ato sexual durante um tempo suficiente para satisfazer à sua companheira, não podendo assim desfrutar de uma vida sexual plena.
Isso pode afetar sua auto-estima e sociabilidade, inclusive fazendo com que você chegue a evitar os encontros sexuais.
Embora não seja um problema sério nem uma enfermidade, é pouco provável que se cure espontaneamente, podendo ainda se converter em um problema crônico.
Há dois tipos de Ejaculação Precoce (EP):
• Ejaculação primária:
Ocorre quando a Ejaculação Precoce está presente ao longo de toda a vida sexual do homem, de modo que nunca este conseguiu controlar a ejaculação em suas relações. A Ejaculação Precoce primária é muito comum, sendo uma patologia médica muito frequente.
Estudos recentes indicam que um em cada três homens sexualmente ativos sofre com isso.
• Ejaculação secundária:
É aquela que aparece em um momento posterior na vida do homem, o qual antes sempre havia tido ereção.
Na maioria dos casos, a EP está relacionada com uma Disfunção Erétil (DE), de modo que tratando esta última resolve-se o problema.
Sintomas da Ejaculação Precoce
Você pode sofrer de ejaculação precoce caso apresente um ou mais dos seguintes sintomas:
• Incapacidade para controlar a ejaculação
• Ejacular antes ou poucos minutos depois da penetração
• Ejacular antes de estar pronto para fazê-lo ou de haver satisfeito sua parceira
Faça o diagnóstico da ejaculação precoce

http://www.bostonmedicalgroup.com.br/ejaculacao-precoce/
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Beijar



Beijar
Beijar é uma arte delicada e deve ser levada lentamente com um novo parceiro. Pode ser parte de foreplay/sexo - Ou simplesmente um ato incrivelmente agradável de romance e intimidade no seu próprio direito.
Um bom beijador sabe seu próprio ritmo, tem uma imaginação ativa, e entende o que seu parceiro gosta ou não pode esperar, mas vai gostar. Ao beijar, lembrar o seguinte: nunca babar (embora os lábios são muito bem umedecido e útil), não olhar e sempre prestar atenção com os seus sentidos não-visuais (tato, audição, etc.) Além disso, não existe tal coisa como "demasiado lenta".
Se você está infeliz com um beijo, então as chances são de seu parceiro vai sentir da mesma forma. A melhor coisa que você pode fazer é relaxar, e não apenas em seu corpo, mas seu rosto, lábios, pescoço, por toda parte. Seja relaxado e confiante com a forma como você beija. Deixe-se ir com o fluxo do momento e aproveitar cada segundo dela.
Enquanto estiver beijando, lembre-se de usar as mãos, o nariz, a respiração para seduzir os sentidos do seu parceiro. Todo mundo gosta de ser tocado e acariciado ao ser beijado. Use as mãos para acariciar suavemente o rosto, a mandíbula, costas, braços e clavícula. A exalação suave de ar (lembre-se que uma boa higiene bucal é importante), pode fornecer seu parceiro extremamente leve, sentimentos calorosos em seu rosto, boca e pescoço que são muito excitantes.
"Nunca alguém atacar" quando beijá-los, a menos que gosta desse tipo de coisa - ea maioria das pessoas não. Trate seus lábios como se fosse uma criatura perigosa. Mova forma lenta e preparar-se para o beijo. O contato inicial deve ser apenas os lábios, firme, mas delicado. Reagir à forma como o seu parceiro está beijando. Se acelerar, acelerar com eles. Se atrasar, sigam o exemplo. Tente sincronizar suas ações com o outro e sempre prestar atenção à sua linguagem corporal.
A seguir está uma lista de algumas técnicas simples para apimentar um beijo:

Francês Kiss

Normalmente romântico ou sexual na natureza data (por isso não usual para um 'first', no que toca a língua de uma pessoa da outra língua e geralmente entra em sua boca.

Triumverat

Beijo entre os olhos, na ponta do nariz, e depois nos lábios.

Superior e Inferior

Beijo do lábio superior, o lábio inferior, então ambos.

Lickable Lips

Executar a ponta da sua língua ao longo dos lábios de seu parceiro.

Earlobecstacy

Suavemente beijo, mordiscar e sugar o lóbulo da orelha.

Facial Lines

Trace o pescoço e mandíbula com os lábios e língua.

O Big Tease

Kiss em todos os lugares, mas os lábios, até que seu parceiro te puxa para seus lábios.

Lips Caressed

Esfregue delicadamente o dedo em seus lábios e depois ir para um beijo.

Sensualidade

Olhar em seus olhos e sussurra você quer beijá-las. Pressione seus lábios suavemente a dele ", acariciar seus lábios com os seus e, em seguida, dar-lhe / lhe um beijo apaixonado.

Atrevido

Escove suavemente as bochechas com seu parceiro.

Eskimo Kiss

Suavemente esfregue as pontas de seus narizes juntos.

Borboleta

Escovar os cílios com o seu parceiro. Faça um movimento de vibração dos cílios por mais rapidamente abrir e fechar os olhos.

Pétalas de Rosa

Faça um pequeno "O" com seus lábios. Pressione os lábios contra a pele do seu parceiro e chupar suavemente. Levante seus lábios fora de um movimento, pouco mais um pouco e repita.

Refém Kiss

Cubra sua boca com fita adesiva e chamar a atenção de seu parceiro. Quando chegam perto, fazer barulhos como se estivesse a tentar dizer-lhes algo e movimento como se você não conseguir a fita. Uma vez que remova a fita de você ouvir o que você está tentando dizer, dizer-lhes: "Eu tenho guardado os meus lábios o dia todo só para você!" Em seguida, beijá-los com paixão.

Strawberry Secret

Coloque um morango na boca sem saber o seu parceiro. Esmague o morango na boca e alguns alimentos para o seu parceiro quando você beija.

Cold as Ice

Coloque um pedaço de gelo na boca, sem seu parceiro saber. Beije-os no pescoço e deixe o gelo suavemente tocar a sua pele.

Voltar Kisses

Aconchegar-se atrás de seu parceiro e vá para cobrir as costas com beijinhos.

Foot Kisses

Quando seu amante chega em casa do trabalho, ou em qualquer lugar, lavar os pés e dar-lhes uma massagem. Enquanto você está dando-lhes a massagem, mais magra e dar beijinhos em seus pés.

Hershey's Kiss

Tente não beijar o seu parceiro durante todo o dia. Durante todo o dia deixar beijos Hershey's ou algum tipo de doce romântico em lugares que eles vão saber que é para eles. Mais tarde, no início dia deixando notas com poesia ou citações sobre o beijo para eles. Depois disso, deixar uma carta de amor que descrevem como você gostaria de beijá-las ea satisfação que ele lhe traria. Uma vez que você sentir que tive provocação suficiente, recompensando-os passar algum tempo com os lotes de beijar! Isso é gratificante para si mesmo, assim, uma vez que você está pensando sobre o beijo deles durante todo o dia também.

Kiss Red Light

Quando estiver no carro com seu parceiro, toda vez que você parar no sinal vermelho, mais magra e beijá-los até a luz ficar verde.

Gravado Kiss

Gravar o som de si mesmo soprando um beijo. Em seguida, e-mail para o seu parceiro ou deixar uma nota em algum lugar com as instruções para pressionar play.

Vídeo Kiss

Record sobre uma fita de vídeo ou web cam-se beijos soprando ao seu parceiro e dizer-lhes o quanto você sente falta deles.

E-mail Kiss

Desenhar ou animar um par de lábios beijar. Em seguida, enviá-lo para o seu amor.

O Kiss Lost

Olhe em torno de seu parceiro, olhando por baixo de coisas e aparecendo como se estivesse procurando algo. Quando perguntado o que você está procurando, dizer "eu estive procurando por um beijo todos os dias, mas não consigo encontrar um lugar. Oh espere, eu o encontrei." Então, dê ao seu parceiro um beijo.

Despertar Kiss

Antes desperta o seu parceiro, mais magra e beijar sua bochecha. Em seguida, dê suaves beijos em seu rosto, até chegar a sua boca.

Make Up Kisses

No final do dia, sentar-se com seu parceiro e perguntar-lhes como o seu dia foi. Silenciosamente acompanhar de todas as coisas ruins que aconteceram durante o dia. Quando ele for concluído, dê-lhes um beijo para cada um. Quando perguntado o que você está fazendo, dizem que você está ajudando a compensar todas essas coisas ruins.

Post-It Kiss

Faça um Post-it trilha que leva aos seus lábios. Em cada nota de deixar um beijo de batom e uma seta ou uma pista para encontrar a próxima nota. Coloque a última nota sobre ou perto de seus lábios.

Full Body Meltdown

Enquanto o seu parceiro é que estabelece, para deslizar sobre eles e começam a correr a sua língua, muito delicadamente, até a sua perna, braços, chegando os seus lábios dar um beijo apaixonado cheio.

A grandiosa Tease

Suavemente, passe os dedos pelos lábios do seu parceiro, atraí-los para beijar você, mas antes de beijar, se afasta e depois ir para o beijo, então se afasta novamente, etc, etc

Conclusão

Então agora você sabe como beijo, com uma diferença, tudo que você precisa fazer é ir experimentá-lo. Lembre-se, um beijo mal executado é um turn-off real, mas um grande beijo é memorável e pode ser totalmente sedutor ...
http://images.channeladvisor.com/Sell/SSProfiles/33000313/Images/17/pst2571zodi.JPG

EJACULAÇÃO FEMININA

Ejaculação feminina não precisa ser motivo de preocupação
O líquido também não tem relação com a lubrificação vaginal
 orgasmo feminino é cercado de mistérios. Um deles está em dizer que as mulheres que ejaculam sentem mais prazer. Mas também mulheres ejaculam? Sim. A ejaculação é consequência: algumas mulheres, quando têm um orgasmo muito intenso, podem ejacular. Entretanto, as mulheres que não expelem o líquido pela uretra não sentem necessariamente menos prazer do que as que ejaculam. 

"Ao ser estimulada sexualmente, as glândulas de Skene, podem ser forçadas pelas contrações musculares da vagina, que pode expelir pela uretra um líquido viscoso, assemelhando-se ao líquido expelido pela próstata masculina", explica a ginecologista Carolina Ambrogini, da Unifesp. 

O líquido ejaculado também não tem relação com a lubrificação vaginal, uma vez que esta acontece antes do orgasmo e é produzida pelas glândulas de Bartholin, enquanto a ejaculação acontece no clímax do ato sexual e seu líquido é liberado através do canal da uretra.  


Ejaculação
A lubrificação vaginal é a produção de um líquido viscoso na vulva, que reduz o atrito durante a penetração. "A lubrificação vaginal é uma das primeiras respostas à excitação sexual na mulher. Sua ausência pode trazer grandes incômodos na penetração", explica Carolina Ambrogini.

Essas glândulas de Skene são também conhecidas como próstata feminina. Elas são resquícios da formação fetal. Quando o feto está se formando, meninos e meninas desenvolvem-se da mesma forma. Depois de um tempo é que se desenvolvem órgãos específicos para cada sexo. No caso dos homens, forma-se a próstata, e nas mulheres, as glândulas de Skene.  

Outra dúvida frequente surge quando algumas mulheres confundem o produto da ejaculação com a urina, uma vez que a sensação que antecede a essa ejaculação é parecida com a vontade de urinar. "É importante saber diferenciar o líquido que sai pela uretra na ejaculação, da urina. Em geral, esse líquido é incolor e inodoro, bem diferente do xixi e sai em menor quantidade." 

A atenção é importante, pois pessoas que tem problemas na bexiga, tais como bexiga hiperativa e incontinência urinária, podem urinar na hora do orgasmo, por conta da contração de diversos músculos. Nesse caso, é importante buscar um especialista.

Saúde sexual


Saúde Sexual

Aqui é onde descrevemos alguns dos aspectos mais importantes da manutenção da saúde sexual.

É essencial ter um interesse em seu próprio bem-estar para garantir uma vida longa e saudável. No entanto, chega um ponto em que é necessário para que você pare de auto-diagnóstico e obter ajuda profissional.

Lembre-se disto, você não tem nada que seu médico não tenha visto antes, se é um nódulo de descarga, ou qualquer outra coisa para essa matéria.

MUITO IMPORTANTE! Não web-site, placa da mensagem amigo, ou uma enciclopédia é uma alternativa para o seu médico, só eles podem dar-lhe um exame personalizada, avaliação e tratamento adequado de qualquer problema pode ail você!

	Infecções da bexiga
Uma séria ameaça à sua saúde não ser tomada de ânimo leve e - ajuda médica deve ser sempre ser procurado. Higiene adequada e outras medidas podem ajudar a prevenção.
	Saúde da mama
Compreender o seu próprio corpo é essencial para assegurar uma boa saúde em curso. Saúde materno é especialmente importante para as mulheres, seja sexualmente ativa ou não.
	Auto-Exame da mama
Saiba como realizar um dos procedimentos mais eficazes para protegê-lo contra o risco de câncer de mama.
	Suporte de mama
Saiba mais sobre a adequada bra-dimensionamento, forma e escolha - e como seios transformar ao longo do tempo. Também cuidar de seu sutiã de qualidade.
	Efeitos das Drogas e Álcool
Muitas drogas (incluindo álcool) tem efeitos nocivos sobre o desempenho sexual e prazer. Reduzindo vontade, eles embotam os sentidos e sabotar o equipamento.
	Disfunção Eréctil
A condição constrangedora, muitas vezes auto-perpetuar através da ansiedade. Aconselhamento e medicina moderna pode geralmente "recolocar a liderança no seu bolso!
	Secura excessiva
A falta de lubrificação vaginal natural não precisa ser um problema. Aqui estão as causas e as curas de costume. Um substituto pronto-a-corpo é sempre uma ajuda útil.
	Introdução à Terapia Sexual
Num mundo cada vez mais estressante e complexa, não é de admirar que o sexo traz a sua própria necessidade de uma terapia eficaz profissional. Aqui está o que esperar ...
	Menstruação
"Época do mês" no dia 3-5, quando o corpo feminino galpões desnecessários tecidos e sangue do útero. Aqui está o que esperar e como lidar com ele.
	A ejaculação precoce
Comum, especialmente entre os jovens do sexo masculino e sexualmente inexperiente. Geralmente podem ser superados com paciência e por compreender as causas subjacentes.
	Dependência sexual
Na superfície pode parecer que é um problema bom ter - mas para aqueles que sofrem com isso o problema pode ter consequências muito graves.
	DST Testes
Não é um lugar que você quer ser, mas quando a sua saúde (e talvez a vida) está em risco você não pode dar ao luxo de ser tímido! Arrancarei a sua coragem e ir - não é assim tão mau!
	Auto-exame dos testículos
Auto-exame não são apenas para as senhoras; conhecer o seu corpo poderia salvar sua vida! Descubra o que você pode fazer para ajudar a si mesmo.

Infecções da bexiga

Infecções do trato urinário (ITU) são geralmente classificadas como infecções do trato superior ou inferior. Cistite, infecção da bexiga, é um exemplo de uma infecção do trato comum mais baixo. Pielonefrite é a infecção do trato mais prevalente superior. Se uma infecção passa para os rins, que podem ser fatais. Portanto, é aconselhável que você tome isto muito a sério e buscar o diagnóstico médico de um médico imediatamente se você acredita que pode ter uma UTI. Apesar de uma UTI pode ocorrer após Relação Sexual e é muitas vezes relacionada com os mecanismos da relação sexual em mulheres sexualmente ativas, não é sexualmente transmissível.

O site de uma infecção urinária pode ser nos rins (que filtram o sangue para produzir a urina), os ureteres (os tubos que transportam a urina para a bexiga), a bexiga ou a uretra (tubo que leva à abertura externa).

O sistema urinário é normalmente estéril (livre de bactérias). Porque a abertura fora do sistema urinário (meato) está localizado perto da vagina e do ânus, as bactérias que normalmente ocorrem nessas áreas pode entrar no meato e contaminam o ambiente. Desde a uretra em mulheres é muito curto, é fácil para as bactérias para infectar a bexiga.

Sintomas

Os sintomas de infecções do trato urinário variam de indivíduo para indivíduo. Os sintomas mais comuns são sensação de queimação ao urinar, uma sensação de não ser capaz de esvaziar a bexiga completamente, um sentimento de ter que urinar imediatamente, levantando-se de urinar várias vezes durante a noite (se não um padrão usual), necessidade frequente de urinar em pequenas quantidades. Outros sintomas podem incluir dor lombar, dor abdominal inferior, e na urina, nublado com sangue ou com mau cheiro. Algumas mulheres não apresentam sintomas durante as fases iniciais de uma infecção.

Prevenção

A melhor forma de medicina é a prevenção e através do emprego de medidas de higiene simples que você pode diminuir consideravelmente a probabilidade de ter uma UTI. As seguintes diretrizes podem ajudar a prevenir a ocorrência de infecções do trato urinário:

Limpe sempre da frente para trás após urinar e depois de uma evacuação para evitar a contaminação da uretra com bactérias das áreas vaginal e retal.

Urinar com frequência durante o dia. Urinar permite que o corpo de eliminar bactérias na urina antes de uma infecção pode se desenvolver.

Sempre urinar dentro de dez minutos após a relação sexual, se possível. Relações causa trauma leve para a uretra e permite a entrada de bactérias. Urinar ajuda a limpar estas bactérias para fora. Se isso não for possível, beber 10-12 onças de água imediatamente após a relação fará com que você urinar mais tarde e ajudar a eliminar as bactérias para fora.

Lubrificação adequada durante o ato sexual vai diminuir a irritação da uretra.

Se você tem o coito anal ou anal dedos de contato, lavar o pênis, vulva, mãos e / ou vibrador com água e sabão antes da penetração vaginal. Isso irá reduzir o risco de introdução de bactérias do intestino para a vagina ea uretra.

Se os preservativos são usados ​​durante o contacto anal, certifique-se de mudar o preservativo antes de entrar em contato vaginal.

Beba pelo menos oito copos de líquidos (de preferência água) por dia, para aumentar a micção e ajudar a eliminar as bactérias.

Evite café, chá, bebidas gaseificadas e álcool. Essas substâncias irritam a bexiga e pode causar uma pequena quantidade de sangramento de ocorrer. Quando o sangramento ocorre, as bactérias podem entrar os vasos sanguíneos mais facilmente.

Não permita que o meato (abertura da uretra) para permanecer úmido por longos períodos. Ambientes úmidos são favoráveis ​​para o crescimento bacteriano e mobilidade. Banhos de espuma, roupas molhadas ou apertadas, uso de roupas íntimas de nylon, spandex e roupas, todos promovem humidade e irritação.

Limpa ao redor do meato com água, diariamente, para remover as secreções e umidade diminuir.

Cranberries suco de cranberry, cranberry pills, ou secas ajudar a prevenir a cistite, parando bactérias de aderir à parede da bexiga.

Tratamento

Medicação para uma UTI é prescrito de acordo com necessidades específicas de um indivíduo, história clínica, sintomas e resultados de teste de urina. O tratamento consiste de um antibiótico prescrito. É essencial que você siga rigorosamente as instruções do seu medicamento. Certifique-se de completar a medicação - mesmo se você não tem mais sintomas de uma infecção. Se parar de tomar a sua medicação antes do tempo prescrito, as bactérias podem permanecer em sua bexiga e da uretra e causar a infecção a incendiar-se novamente. Além disso, ao fazer isso, você está realmente permitir que as bactérias nocivas se tornar mais forte e, portanto, mais resistentes ao tratamento com antibióticos. A infecção próxima pode ser muito mais difícil de remediar.

Ocasionalmente, uma infecção da bexiga deverá repetir-se o tratamento logo após, mesmo se os medicamentos são tomados exatamente como prescritos. Se isso acontecer, deve contactar o seu médico novamente para re-avaliação.

Disfunção Eréctil

A disfunção erétil afeta milhões de homens. A "impotência" tem sido tradicionalmente usada para significar a incapacidade do homem para alcançar e manter a ereção do pênis suficiente para permitir a relação sexual satisfatória. No entanto, este termo tem sido substituído pelo mais preciso "disfunção erétil" prazo, que é utilizado para designar a incapacidade do homem para conseguir um pênis ereto, como parte do processo geral multifacetado da função sexual masculina, daí, a impotência é uma parte de disfunção erétil. Para simplificação, vamos usar o "impotência" prazo como se fosse sinônimo de disfunção erétil.

Existem dois tipos de impotência: total e parcial. Impotência total é onde o homem é incapaz de conseguir uma ereção durante qualquer atividade sexual. Este é geralmente o resultado de danos para os órgãos sexuais por eventos traumáticos em uma idade precoce. Impotência parcial é onde o homem pode ter sucesso com pouca freqüência, ou só possa conseguir uma ereção parcial, ou só pode ser impotente em certas circunstâncias.

Há uma enorme pressão sobre um homem para 'executar' durante a intimidade sexual, eo macho impotente muitas vezes se sente como se ele é um fracasso. Um ciclo vicioso pode ser produzido, já que o estresse psicológico impedirá uma ereção adequada, que por sua vez, cria uma grande ansiedade. É importante saber que muitos homens sofrem de episódios transitórios de impotência em algum momento de suas vidas. Isso é normal. A menos que a impotência é crônica ou piora na freqüência ou grau, não se preocupe. Por outro lado, não há necessidade de sofrer eternamente como o tratamento pode ser de ajuda. Só você pode dizer, mas se ele está afetando o seu relacionamento em outra coisa senão a título ocasional, em seguida, obter ajuda.

Impotência não é uma doença em si, mas o resultado de algum outro mal. Homens que sofrem de impotência pode ser separada em um dos quatro grupos: físico, psicológico, físico e psicológico, e desconhecidos.

Fatores físicos

Esta forma geralmente se desenvolve gradualmente com o tempo e é estritamente a causa dos problemas com a forma como seu corpo está funcionando, ou para produtos químicos que você está ingerindo (como os experientes, devido ao efeito de drogas e álcool ). A ereção normal requer a coordenação de muitos eventos. Se os nervos do pênis são interrompidas, um homem não pode começar uma ereção. Se não há sangue suficiente fluindo para o pênis, não vai ser rígida. Se o sangue sai do pênis muito rapidamente, a ereção não pode ser mantida.

Algumas condições físicas associadas com impotência são:

Doença cardíaca

Doenças vasculares

Diabetes

Esclerose múltipla

Alcoolismo

Fumador

Cirurgia abdominal

Medula espinhal ou nervo danos

Baixos níveis de hormônio

Um efeito colateral de alguns medicamentos, narcóticos e sedativos

Fatores psicológicos

Impotência psicológica geralmente tem um início muito repentino e é o resultado de condições mentais onde o homem é incapaz de se concentrar em atividades sexuais. Algumas coisas que podem levar a esta forma de disfunção são:

Excessiva sobre as finanças stress, a vida, trabalho, etc

Woes relação

Depressão

Ansiedade sobre o desempenho percebido sexual inadequada

Outras condições psiquiátricas

Fatores físicos e psicológicos

Exatamente como parece, o homem encaixar nesta categoria está sofrendo de uma combinação de causas físicas e psicológicas de falha erétil.

Desconhecido

Na grande maioria dos casos, há uma causa da impotência que pode ser determinado. Apenas uma pequena porcentagem dos homens sofrem de impotência de que a causa não pode ser determinado.

Tratamento

A disfunção erétil pode ser tratada com sucesso, por isso não há razão que a maioria dos homens que sofrem desta condição não pode desfrutar de um relacionamento satisfatório e íntimo com seu parceiro.

Uma vez que a causa tenha sido estabelecida, um programa de tratamento pode ser iniciado. Porque muitas vezes há várias razões que contribuem para a impotência de um homem, uma combinação de tratamentos é geralmente adotado. Tratamentos disponíveis são:

Mudando medicamento de prescrição, se for determinada a ser a causa

Dispositivos externos de vácuo

Injeções intracavernosa

Terapia hormonal

Medicamentos por via oral (por exemplo, Viagra, Cialis, ioimbina, etc)

Psicoterapia e aconselhamento

Peniana próteses implantes

Melhorar o sono e relaxamento (causa mais comum em homens de meia idade é o cansaço)

6 fatos que mulheres (e homens) deveriam saber sobre a vagina

Se você acha que pode estar sofrendo de disfunção erétil entre em contato com um profissional médico imediatamente. Um médico será capaz de informar adequadamente e tratá-lo com as opções disponíveis, ou encaminhá-lo para a Terapia Sexual , onde pode obter um diagnóstico especializado de sua condição.

Você achou ousado o uso da palavra ‘vagina’ no título? Pois é, mesmo com uma aceitação maior da sexualidade feminina, o termo ainda é pouco usado e esse tabu acaba fazendo com que muitos mitos e falta de informação cerquem o órgão.

Aliás, esses dias li no Buzzfeed um post chocante que falava sobre informações incorretas que professores de educação sexual soltam em sala de aula nos EUA. Vale a pena ler (em inglês). Bobagens como ‘mulheres fazem xixi pelo clitóris’ e ‘a vagina tem duas funções: coletora de esperma e canal de nascimento’ são ensinadas em classe!

Por isso achei bacana esta lista que fala sobre coisas que mulheres e homens deveriam saber sobre o que acontece ‘lá embaixo’. Afinal, tanto na hora do sexo como na hora de se preocupar com a saúde, é importante que as moças se conheçam bem.

Confira:

1. A palavra ‘vagina’ Chamamos de vagina todas as partes íntimas da mulher, mas cientificamente a vagina é só uma parte de um conjunto maior. O que nós apelidamos de vagina é chamado de vulva – que inclui lábios internos e externos, o clitóris e a entrada da uretra e da vagina. A vagina de verdade é uma estrutura interna, o ‘caminho’ para o resto do sistema reprodutivo: útero, ovários e tubas de Falópio.

2. Exercícios Kegel

Se você é leitor/a habitual de revistas femininas, já deve ter ouvido falar dos exercícios Kegel, que fortalecem a musculatura vaginal e permitem que a mulher movimente seus ‘países baixos’ de forma diferente durante o sexo, facilitando o próprio orgasmo. Estes exercícios, que podem ser praticados de forma imperceptível, também ajudam quem tem problema com incontinência urinária. Para praticá-los, basta contrair seus músculos da região vaginal como se você quisesse interromper um ‘xixi imaginário’. Tente não contrair as nádegas e os músculos da perna durante o exercício. Segure os músculos contraídos por alguns segundos e depois relaxe.

3. Corrimentos Alguns corrimentos são normais, mas a mulher deve se preocupar quando tem um fluxo muito grande, quando o cheiro é forte e quando causa dor. Muitas, por vergonha, tentam diagnosticar seu corrimento através daquela pesquisa básica do Google e acabam se auto-medicando. Vale sempre procurar um médico – há corrimentos que são causados por infecções e até por doenças transmitidas sexualmente.

4. Sexo mantém a vagina saudável – especialmente durante a menopausa

Durante a vida de uma mulher há fases (o pós parto e a menopausa, por exemplo) que podem deixar a vagina mais ressecada. Isso acontece porque os níveis de estrogênio caem – e pode ser uma fonte de desconforto e até de dor para a mulher. Nesses casos, fazer sexo com camisinha e com o uso de lubrificante pode ajudar a deixar a vagina dilatada e mais saudável.

5. Há bactérias boas

Existem bactérias na vagina que fazem bem para a mulher, mantendo o Ph da região saudável. Mas, como sempre, também podem haver bactérias prejudiciais. Quando a flora bacteriana está fora desse balanço, odores ruins e sensações de queimação podem surgir. Isso pode acontecer dependendo do produto que a mulher usa para fazer sua higiene. Médicos recomendam usar sabonetes específicos para a região íntima ou apenas água para a região interna e usar sabonete normal apenas na parte externa.

6. O clitóris

Você sabia que o clitóris tem 8mil terminações nervosas? Por isso ele é tão significativo na hora do sexo. Mas ele não é apenas a parte visível – ele se estende por dentro da vagina por mais três polegadas (em média), que são como raízes de uma árvore. Gostou das informações? Quer mais alguma dica? Quer relatar uma situação que aconteceu com você? Escreva, através dos comentários ou através do meu e-mail – no canto direito da tela.

Informações via MyHealthNews

Orientação sexuais


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Orientações sexuais

- Orientação Sexual se refere à natureza da preferência sexual de um indivíduo, normalmente classificadas de acordo com o gênero daqueles que acham sexualmente atraentes.

- Orientação inclui um aspecto psicológico, como a preferência do desejo erótico, e / ou um aspecto comportamental que incide sobre o sexo do parceiro sexual do indivíduo (s).

- As categorias mais comumente usado de orientação sexual são heterossexualidade, homossexualidade, bissexualidade e transexualidade.

- Pessoas de sexualidade alternativa têm sido historicamente sujeitos a equívocos, insinuações, ódio e condenação -, enquanto outras civilizações têm acolhido e endossado esses estilos de vida (por vezes secretamente).

>> Aqui vamos explorar todas as opções, enquanto separar fatos de ficção. Vive la différence!

- Bissexualidade ... Definido como sendo (mentalmente e fisicamente) sexualmente atraídos por membros de ambos os sexos. Aqui é como obter o melhor (sem o pior) dos dois mundos!

- Heterossexualidade

Heterossexualidade vai além de rosa e azul: vamos dar uma olhada em algumas das "cinza" áreas que costumam passar despercebidos.

- Homossexualidade

Definida como sendo sexualmente atraídos por membros do mesmo sexo. Um estilo de vida alternativo incompreendido - ainda frequentemente sujeitos ao ódio e abuso.

- Transexualidade

Este conceito representa uma completa re-pensar da identidade de gênero eo que exatamente "masculino" os termos e dizer "femininas" em nossa cultura.

Tesão e menstruação


A menstruação é cercada de muitos mitos. E se ela influencia ou não na vontade de fazer sexo é um deles. Veja se o tesão fica mesmo prejudicado naqueles dias.
por
 
A mulher quando está menstruada tem mais vontade de transar ou a relação sexual durante a menstruação não é recomendada? Transar menstruada faz mal a saúde? Pode transmitir doenças? Estas e outras perguntas são freqüentes no dia-a-dia do ginecologista, pois esta relação (se é que existe mesmo) entre tesão e menstruação sempre despertou muita dúvida e curiosidade – e não é de hoje. O mito da menstruação como sendo a “limpeza” do útero, a crença de que a mulher menstruada fica “suja” e que, por isso, não deve transar ainda é muito presente. Na verdade, o sangue da menstruação não é nenhuma sujeira nem tampouco significa um processo de limpeza. É um acontecimento natural na vida da mulher e indica somente que naquele mês ela não engravidou.

Transar durante a menstruação é uma questão de gosto, uma opção da mulher ou do casal e não traz nenhum problema para a saúde, exceto nos casos em que a mulher for portadora do vírus da AIDS (o HIV), pois o parceiro ao entrar em contato com o sangue contaminado pode aumentar as suas chances de contrair a doença. Existem casais que evitam as relações sexuais durante a menstruação por questões de higiene, outros são indiferentes e alguns até gostam, dizem que facilita a penetração.

Com relação ao desejo sexual, a mulher pode sentir tesão em qualquer época do mês – durante a menstruação, na ovulação ou na fase pré-menstrual – basta ser estimulada e estar receptiva para isto acontecer. Existem alguns estudiosos que defendem a teoria de que a mulher fica com mais vontade de transar durante a menstruação e esta, definitivamente, não é uma relação de causa-efeito. Estas pessoas insistem em comparar a mulher aos outros animais que têm relações sexuais quando estão no cio. Mas, no caso da espécie humana, a natureza nos brindou com um atributo único em relação às demais: a capacidade de pensar e ter prazer. De fato, algumas mulheres dizem que durante a menstruação têm mais vontade de transar, mais isto não é a regra e nem deve ser motivo de preocupação para aquelas que não têm!

E quando chega a menopausa e a menstruação acaba? Será que a vontade de transar também some? Entre os 45 e os 55 anos a menopausa chega para a maioria das mulheres, que continuam vivas e em perfeitas condições de continuar tendo uma vida sexual plena e bastante satisfatória. Exemplo disso é o relato de mulheres que dizem que o seu tesão aumentou e que descobriram o orgasmo só depois da menopausa, quando ficaram livres do medo de engravidar.

É muito importante que o parceiro também entenda que a menstruação faz parte de um processo natural da vida da mulher e que não é uma doença. Já foi o tempo em que a mulher menstruada não saía de casa, não lavava a cabeça e não transava. Hoje, a mulher menstrua, usa absorvente interno e ninguém sabe, às vezes nem o próprio parceiro. Por isso, uma boa conversa é fundamental para que o casal possa decidir junto como quer viver a sua vida sexual, independentemente da menstruação.

Dra. Mariana Maldonado é médica ginecologista e obstetra, especializada em Sexologia e Homeopatia.

Conrad Murray volta ao tribunal para audiência sobre morte de MJ

Michael Jackson foi reanimado uma hora depois da parada cardíaca

Por FAMOSIDADES

SÃO PAULO – Na tarde desta segunda-feira (05), Conrad Murray enfrenta mais um episódio sobre a morte de Michael Jackson. Acusado de homicídio involuntário, o médico volta ao tribunal de Los Angeles para participar de uma audiência. Segundo o “TMZ”, a família do cantor irá à Corte para acompanhar as declarações.......

http://entretenimento.br.msn.com/famosos/noticias-artigo.aspx?cp-documentid=23797536


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Guia do pênis:


Guia do pênis: entenda como ele funciona e dê mais prazer ao parceiro
Saiba tudo sobre ereção, ejaculação e orgasmo e mate todas suas dúvidas
por Ana Flora Toledo
Guia do pênis: entenda como ele funciona e dê mais prazer ao parceiro title=  
Atenção: Esta matéria contém teor sexual e é imprópria para menores de 18 anos.

Para atingirmos o máximo do prazer na hora do sexo, precisamos conhecer muito bem nosso corpo. E para levar o parceiro à loucura, também é muito importante entender como ele reage aos estímulos sexuais e como gosta de receber carícias. Para te ajudar na missão de pirar a cabeça do seu parceiro, elaboramos um guia para te ensinar tim-tim por tim-tim o que se passa dentro de uma cueca.

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 O documento – a polêmica sobre o tamanho do pênis é interminável. Especialistas garantem que um sexo bem feito não depende só dos centímetros que o órgão possui, mas sim da capacidade de dar prazer à mulher – e isso, a gente sabe, não depende só da penetração. Entretanto, para os homens isso é motivo de muita preocupação e até de disputa. Tirando os casos extremos – muito grandes ou muito pequenos – o tamanho médio do brasileiro varia de 12 a 13 centímetros ereto.

Eles preferem o quente – Já ouviu dizer que o pênis encolhe no frio? É verdade. “O que acontece é que o músculo cremaster, que fica dentro do escroto (saco, popularmente), se contrai para aproximar os testículos do tronco e aquecê-los”, explica o urologista Dr. Orestes Mazzariol. Isso faz com que o homem veja o seu amigão bem menor do que o normal.

Ereção fácil – Ficar excitado é quase inevitável para o homem. Qualquer estímulo pode desencadear uma ereção. Ver uma mulher bonita, ouvir algumas palavras picantes, sentir um perfume bom, entre outras situações, já é o suficiente para deixar o pênis duro e ereto. Viu só?! Aproveite, já que não precisa de muito para que ele esteja a postos para se divertir!

Cada área uma sensação – Meninas, o grande segredo para dar mais prazer ao homem é entender direitinho o que eles sentem em cada parte do órgão sexual. A principal dica é: a cabeça (glande) é a área mais sensível, onde eles percebem todos os estímulos feitos por cada parte do seu corpo. Mas não abandone o tronco do pênis, aposte sempre nos movimentos para cima e para baixo nessa área, dando sempre uma voltinha pela glande. Fazendo tudo com carinho com velocidade progressiva, será capaz de levá-lo à loucura. Ah, não se esqueça que existem outros pontos de prazer para o homem. Alguns adoram carícias no períneo e nos testículos. “Tudo isso acontece por conta da alta concentração de nervos nessas regiões. Eles se cruzam e se confundem, causando grande excitação quando estimulados”, afirma Dr. Mazzariol.

O desafio: segurar a ereção – Talvez a segunda maior preocupação do homem – depois do tamanho – é por quanto tempo ele consegue manter o pênis ereto. É uma questão de honra. Ficar muito tempo com o órgão duro é sinal de virilidade e eles são loucos para mostrar isso e garantir o prazer da mulher por tempo prolongado. E você sabe como eles fazem para aguentar e evitar a ejaculação? “Existem duas práticas comuns entre os homens. Uma consiste em desviar o pensamento quando estiver perto de ejacular, a fim de mudar o foco do prazer para algo que não o faça continuar com a excitação. Outra é quando param os estímulos e, com os dedos, apertam logo abaixo da cabeça do pênis para contrair os vasos sanguíneos da região e manter o pênis duro por mais tempo”, esclarece o urologista.

Brochar: o grande trauma – Nenhum homem conta se já brochou alguma vez na vida. Isso porque o assunto é superconstrangedor para eles, que não gostam de se sentir impotentes. A verdade é que podem ser muitas as causas para isso acontecer. Pode ser reflexo de alguma doença – nas artérias, colesterol, diabetes, entre outras – ou apenas fator psicológico. A dica do urologista Dr. Orestes Mazzariol é tentar ser compreensiva e apoiar o homem. “Mesmo se a falta de ereção for por conta de uma doença, o psicológico conta muito. A confiança é tudo para o homem e é capaz de fazê-lo superar esse problema”, indica.

Ejaculação x orgasmo – Quando o pênis expele o sêmem, a maioria das mulheres acredita que foi esse o sinal de que o parceiro atingiu o orgasmo, mas não é exatamente assim. Eles vêm juntos, na maioria dos casos, mas não são a mesma coisa. Alguns homens são capazes de sentir prazer sem ejacular, enquanto outros até ejaculam, mas não chegam ao orgasmo. Se quiser entender melhor o que acontece, nós já te contamos aqui

De manhã o sexo é melhor – Depois de uma boa noite de sono, já notou que o parceiro sempre acorda com um apetite ainda maior para fazer sexo? Isso tem explicação!  A testosterona, que está diretamente relacionada ao desejo sexual e é quem habilita a ereção, é produzida durante a noite, tendo seu pico entre 8 e 11 horas da manhã. Por isso eles sempre acordam bem dispostos para mais um pouquinho de diversão.

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